Quem é Bárbara Virgínia? na Cinemateca da Coreia do Sul

“Quem é Bárbara Virginia?”, o documentário de Luisa Sequeira produzido pela Um Segundo Filmes, passa hoje (19/12) no Portuguese Film Festival em Seul, Coreia do Sul. O festival, organizado pela KACT / Cinematheque Seoul Art Cinema in Seoul, tem o apoio da Embaixada Portuguesa em Seul e do Instituto Camões.Desde a estreia internacional, no Festival de Cinema de Roterdão, em 2017, o filme conta com dezenas de exibições em festivais e mostras de referência. Consultem todo o palmarés em :https://umsegundofilmes.com/project/quem-e-barbara-virginia/

Vídeo performance Estro / Watts

Realização de vídeo performance para o espetáculo Estro / Watts de Gonçalo Amorim & Paulo Furtado.

Exibições:

Porto – Rivoli. 6, 7 e 8 de Novembro

Aveiro – Teatro Aveirense, dia 4 de Dezembro

Coimbra- Convento de São Francisco, dia 11 de Dezembro

Cinema expandido de Luísa Sequeira para a peça Estro/Watts

Estro / Watts ( vídeo performance ) from Luísa Sequeira on Vimeo.

Criação e mistura de vídeo ao vivo de Luísa Sequeira ESTRO/ WATTS um projeto de Gonçalo Amorim e Paulo Furtado

Tradução dos poemas e acompanhamento historiográfico João de Menezes-Ferreira Encenação e conceção Gonçalo Amorim Direção musical e conceção Paulo Furtado Música Original The Legendary Tigerman Intérpretes Ana Brandão Diana Narciso Hugo Inácio Íris Cayatte Pedro Almendra Pedro Galiza Susie Filipe Artista convidado Filipe Rocha Cenografia e figurinos Catarina Barros Desenho de Luz Nuno Meira Desenho de som Guilherme Gonçalves Vídeo Luísa Sequeira Assistência à criação e produção: patrícia Gonçalves Direção de produção: Teresa Leal Produção: Teatro Experimental do Porto Coprodução: Teatro Municipal do Porto

Estreia Estro/Watts – Performance vídeo ( cinema expandido)

Performance vídeo e produção de imagem para a peça Estro/Watts ( Cinema expandido)

Performance video e mistura ( Luísa Sequeira) durante a peça Estro / Watts ( Cinema expandido)

Estro, do grego antigo oîstros, e pelo latim oestrus, significa inspiração, entusiasmo, fúria poética. Estro é também o título para um espetáculo com direção de Gonçalo Amorim e Paulo Furtado. O Teatro Experimental do Porto, companhia residente no Teatro Campo Alegre, através do programa Campo Aberto, e presença habitual na temporada do Teatro Municipal do Porto, propõe-se explorar a dualidade da palavra rock e da prática poética. Tal como a Ilíada ou a Odisseia – que se sabe terem sido coletâneas de histórias que se iam contando nas praças, de heróis e de guerras, de paixões – o rock usou a palavra poética para gritar na esfera pública a vida, para convocar todos a falar acerca da morte, da guerra, de amores e desamores, da solidão, das selvas de betão, da experiência da classe trabalhadora e da opressão. Esta dimensão pública, que reúne gente à sua volta, que congrega, contrasta drasticamente com a introspeção que o ato poético exige tantas vezes. Na idade do rock fundou-se um novo lugar na esfera pública para a referência política e estética, um lugar que outrora era ocupado pelo teatro. O que é feito desse património? Onde estão os trovadores? Estro quer devolver ao estilo o estatuto de cancioneiro popular.

Um projeto de Gonçalo Amorim & Paulo Furtado 

Tradução dos poemas e acompanhamento historiográficoJoão de Menezes-Ferreira 

Encenação e conceção Gonçalo Amorim Direção musical e conceção Paulo Furtado Música originalThe Legendary Tigerman 

Intérpretes Ana Brandão, Diana Narciso, Hugo Inácio, Iris Cayatte, Pedro Almendra, Pedro Galiza, Susie Filipe
Artista convidadoFilipe Rocha

Cenografia e figurinos Catarina Barros 

Desenho de luzNuno Meira 

Performance Vídeo  Luísa Sequeira 

Desenho de somGuilherme Gonçalves

ProduçãoTeatro Experimental do Porto

Coprodução Teatro Municipal do Porto
Agradecimentos João César Nunes, Moog, Omnisonic International, Pedro Monteiro, Sontronics, Um Segundo Filmes

Mulheres no Palco

A  sessão de homenagem a Fernanda Lapa na 3ª edição do Festival Porto Femme decorre no dia 8 de Outubro às 21H30 no Cinema Trindade, onde será exibido o documentário ‘Mulheres no Palco’ de Luísa Sequeira e Luísa Pinto, contando com a presença de ambas.

“Mulheres no Palco” com Fernanda Lapa

Documentário Mulheres no Palco

Este documentário acompanha a encenação da peça de teatro, “A mais velha profissão do mundo”,  da dramaturga norte-americana Paula Vogel, uma peça encenada por Fernanda Lapa para o Teatro Nacional D. Maria II. Esta peça juntou pela primeira vez no palco cinco grandes atrizes portuguesas: Lia Gama, Maria José, Glória de Matos, Fernanda Montenegro e Lurdes Norberto. Em 2005,  a encenadora Fernanda Lapa venceu  o Globo de Ouro para melhor espetáculo com  “A Mais Velha Profissão”.  Em “ Mulheres no Palco”, ouvimos a opinião da encenadora Fernanda Lapa e das atrizes sobre a vida, o teatro e o tema que as uniu em palco.

Ano : 2006

Realização: Luísa Sequeira

Autoria: Luísa Pinto 

Com:  Fernanda Lapa, Lia Gama, Maria José, Glória de Matos, Fernanda Montenegro e Lurdes Norberto

A.N.T.I.G.O.N.A

Criação do projeto de vídeo instalação para a peça de teatro A.N.T.I.G.O.N.A do TEP, Teatro Experimental do Porto, com direção artística e encenação Gonçalo Amorim.

Estreou no Teatro Carlos Alberto no Porto.

Vídeo instalação de Luísa Sequeira na peça de teatro A.N.T.I.G.O.N.A
Vídeo instalação de Luísa Sequeira na peça de teatro A.N.T.I.G.O.N.A
Vídeo instalação de Luísa Sequeira na peça de teatro A.N.T.I.G.O.N.A
Vídeo instalação de Luísa Sequeira na peça de teatro A.N.T.I.G.O.N.A

A.N.T.I.G.O.N.A

Ainda Não Temos Imagens de Guerra Onde Nasça o Amor.

A.N.T.Í.G.O.N.A faz-se do rasto de muitos e diversos materiais textuais em torno de Antígona (reescritas, ensaios, aproximações) – sobretudo os de George Steiner, Judith Butler, Slavoj Žižek e María Zambrano, mas também os de Sara Uribe, Eduarda Dionísio, Júlio Dantas, Jean Anouilh ou António Pedro. Este cunho polissémico, reforçado pela colaboração criativa de uma equipa multifacetada de artistas, está na base da proposta do Teatro Experimental do Porto de um olhar novo sobre a peça de Sófocles. Num tempo em que as questões da democracia, da cidadania, da justiça e dos direitos humanos ressurgem, urgentes, na ordem do dia, o retorno a esta história universal é vital. E se a nossa empatia com Antígona é evidente, que estranho unanimismo este, quando a História revela que por diversas vezes decidimos apoiar Creonte. A polissemia de A.N.T.Í.G.O.N.A oferece uma problematização ampla destes temas, “espevitando a coragem, refundando a empatia”. Esta resgaturgia, com encenação de Gonçalo Amorim, conta a história de A.N.T.Í.G.O.N.A., o coletivo multidisciplinar de ativistas que conseguiu acabar com o capitalismo.

direção artística e encenação Gonçalo Amorim

dramaturgia e cocriação Gonçalo Amorim, Marta Figueiredo, Raquel S. cocriação Cárin Geada, Carolina Dinis, Catarina Barros, Isabel Costa, Luísa Sequeira, Matilde Gandra, Marta Figueiredo, Mia Tomé, Pedro Vilela, Raquel S., Sama, Susana Paixão direção plástica e figurinos Catarina Barros desenho de luz Cárin Geada vídeo Luísa Sequeira

artistas-performers Carolina Dinis, Gonçalo Amorim, Isabel Costa, Luísa Sequeira, Matilde Gandra, Mia Tomé, Patrícia Gonçalves, Pedro Vilela, Raquel S., Sama, Susana Paixão

apoio à criação na residência artística Diana Narciso, Hugo Inácio, Joana Mesquita, Maria Inês Peixoto, Mariana Silva Costa, Rui Pina Coelho

assistência de encenação e produção Patrícia Gonçalves assistência de cenografia e figurinos Susana Paixão direção de produção Teresa Leal

Fio Condutor

Performance “Fio Condutor” apresentada no Mira, artes performativas.

Com Tales Frey e Tânia Dinis, produção de Paulo Aureliano da Mata.

“Fio Condutor” de Tales Frey
Foto Luísa Sequeira


“Fio Condutor” é a oitava criação da série “Memento Mori” do artista Tales Frey, que, desde 2013, converte todos os ritos de passagem dos seus aniversários em rituais artísticos, considerando o poder de eficácia transformadora de tais rituais para criar ações repetíveis com propósitos investigativos de ordem estética e conceptual, cujos significados manifestam sempre a essência do primeiro experimento mostrado em cada evento em que completa um ano a mais de vida

Fio condutor de Tales Frey
Foto Luísa Sequeira

Para o dia 20 de junho deste ano, a ação materializou reflexões já evocadas em desenhos processuais, em objetos escultóricos e em trabalhos performativos já mostrados anteriormente. Há um fio condutor ininterrupto que inclui – para além da série de aniversários – várias das suas construções visuais que apresentam corpos híbridos numa perspetiva queer, cujas expressões aproximam-se da dança, da escultura e da moda de uma só vez.
Em “Fio Condutor”, vimos qualidades díspares resolvidas de modo contiguo: distanciamento e aproximação, tempo efêmero e tempo duradouro, liberdade e aprisionamento, movimento e estaticidade.
Tales Frey com Tania Dinis
Alguns dados biográficos
Tales Frey (Catanduva-SP, Brasil.1982) é artista transdisciplinar representado pela galeria Verve de São Paulo, realiza obras amparadas tanto pelas artes cênicas como visuais, situadas no cruzamento entre a performance, o vídeo, a fotografia, o objeto, o adorno/indumento e a instrução. Tem graduação em Artes Cénicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestrado em Teoria e Crítica da Arte pela Universidade do Porto, doutoramento em Estudos Teatrais e Performativos pela Universidade de Coimbra e cursa pós-doutoramento em Artes pela Universidade do Minho, sendo convidado para integrar o Grupo de Investigação em Estudos Artísticos como pesquisador sênior nesta última instituição.
Tem apresentado seus trabalhos em diversos eventos e instituições nacionais e internacionais. Dentre eles: SESC no Brasil, Fundação Theatro Municipal de São Paulo, The Kitchen e Sattelite Art Show em Nova York, Musée des Abattoirs em Toulouse na França, MACRO – Museo d’Arte Contemporanea di Roma, Centro Municipal de Arte Helio Oiticica no Rio de Janeiro, BienalSur em Buenos Aires, Akureyri Art Museum na Islândia, TSB Bank Wallace Arts Centre em Auckland na Nova Zelândia, Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra, Circo Voador e Casa França-Brasil no Rio de Janeiro, Galeria Labirynt na Polônia, Defibrillator Gallery em Chicago, Festival Internacional de Videoarte de Camagüey – FIVAC em Cuba, Galleria Moitre em Turim, Kuala Lumpur 7th Triennial – Barricade na Malásia, The Biennial 6th Bangkok Experimental Film Festival na Tailândia, entre outros.
Alguns de seus trabalhos integram permanentemente acervos públicos e privados, dentre eles: Museu Serralves e Museu Bienal de Cerveira em Portugal, MUNTREF em Buenos Aires, Pinacoteca João Nasser, MAC Niterói, MAM RJ e MAC USP no Brasil.

Shortcutz Network apresenta Movie Talks

Nestes tempos estranhos, duas entrevistas incríveis! Com o actor Michael Fassbender, com a actriz Alicia Vikander!
Obrigada a todos e em especial à equipa da Shortcutz Network!

Foi uma entrevista coletiva com várias cidades da Shortcutz Network, Amsterdam, Lisboa e Porto foram as cidades que participaram nesta entrevista! Em breve mais novidades sobre MOVIE TALKZ….

Movie Talks com o actor Michael Fassbender
Entrevista com a actriz Alicia Vikander

Exibição ” Os Cravos e a Rocha”

Os Cravos e a Rocha from Luísa Sequeira on Vimeo.

25 de Abril sempre, fascismos nunca mais! Hoje, no MIRA FORUM, depois da inauguração da exposição virtual do grande Alfredo Cunha, um dos fotógrafos da revolução dos cravos, às 15 horas estará disponível ” Os Cravos e a Rocha”. Partilho o texto que o caríssimo Jorge Campos fez para o Desobedoc.”A sua participação em As Armas e o Povo (1974), um dos filmes míticos da Revolução de Abril feito por um colectivo do qual faziam parte alguns dos mais importantes cineastas portugueses da altura, não foge a esse registo. “Sem linguagem nova não há realidade nova”, dizia Glauber. De certa forma, é disso que trata o documentário de Luísa Sequeira Os Cravos e a Rocha, no qual o vemos em acção, porventura dando corpo àquilo que é a chave do seu universo, revelada em epígrafe: “A Política e a Poesia são demais para um só homem”. Eis, então, Glauber a filmar a Revolução em Lisboa. Em boa companhia. António Escudeiro é o seu director de fotografia. Glauber entra e sai de campo. Faz perguntas. Umas mais previsíveis, outras nem tanto. Mas, em qualquer dos casos, elas obedecem ao intuito de não esconder o dispositivo cinematográfico. Sim, trata-se de um filme. As respostas, por vezes, parecem desajustadas à epopeia. A epopeia, porém, é a expectativa do espectador. Glauber finta o engodo. Não há nada de heróico no testemunho da mulher que não tem opinião, mas tem uma família e faz-lhe confusão a enxurrada de coisas contraditórias que lê. No entanto, Glauber está com a Revolução. Sebastianismo? Talvez. Ele conhece, ama, os mitos portugueses: sobressalto, paixão. E lucidez. Luísa Sequeira desenha depois o seu próprio final. Grândola Vila Morena dá um salto no tempo até 2014. É agora Grândola Vila Moderna. O documentário opera a metamorfose da terra da fraternidade em terra da fragilidade. Mas há o índice de um arco do triunfo. A efígie de Salgueiro Maia. Forte e contingente. Glauberiano. Premonitório?“ Jorge Campos / Desobedoc

Parabéns Isabel Ruth!

Isabel Ruth canta Verdes Anos from Luísa Sequeira on Vimeo.

Uma das grandes actrizes portuguesas faz hoje 80 anos!!!

Isabel Ruth a cantar “Verdes Anos” de Carlos Paredes e Pedro Tamen.
Direct by Luísa sequeira
Photography Luísa sequeira e Sama
Concerto da actriz Isabel Ruth no festival FIKE em Évora 2013.
Verdes Anos de Carlos Paredes, letra de Pedro Tamen. Isabel Ruth acompanhada pelo guitarrista João Paulo Oliveira.
Concerto intimista da generosa actriz Isabel Ruth na casa da Zorra.