Shortcutz no Público

O movimento promotor de curtas-metragens está quase a completar dez anos, numa altura em que já está presente em 12 localidades portuguesas — e quase numa mão cheia de cidades lá fora. Com mais de 1400 sessões até hoje, o que explica o fenómeno Shortcutz?

No coração do Porto para discutir “questões importantes”

A cidade do Porto integrou o movimento em Setembro de 2010 com Luísa Sequeira ao leme. Antes de assumir funções, trabalhara na RTP num programa dedicado ao cinema em língua portuguesa, a propósito do qual entrevistou Rui de Brito. Ele fez-lhe o convite e Luísa aceitou, até porque “no Porto não havia nada do género”. Confessa que o conceito “democrático” do projecto a convenceu — a submissão das curtas é feita junto dos representantes locais através do site da Shortcutz e qualquer pessoa o pode fazer. “A entrada é gratuita e há a componente de formação do público. As pessoas sabem que em determinado dia, naquela cidade, há curtas-metragens para ver. Depois dos filmes os realizadores estão lá, disponíveis para uma conversa, uma tertúlia.”  

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