Seleção Nacional / Em Cada Olhar, Um Forasteiro 

Com o intuito de pensar, valorizar e divulgar o património fílmico nacional, o Batalha comissaria um ciclo anual inteiramente dedicado ao cinema português e à sua história, com uma cadência quinzenal às quartas-feiras. Trata-se de um programa abrangente e organizado tematicamente, composto por obras fundamentais para revisitar e recontextualizar as matrizes do nosso cinema. A segunda edição deste programa, pensado por uma equipa convidada, propõe uma seleção de filmes que se debruçará sobre os diversos territórios e transgressões do cinema nacional de diferentes épocas. 

O programa iniciou-se em setembro de 2024, explorando os subsolos do cinema português. Dali seguiu para o fogo dos amores trágicos. Depois, deteve-se na fluidez do crescimento e nas suas fricções. Esta viagem, que começara na solidez — da terra e da ideia —, culmina na volatilidade, na circulação do olhar. Pergunta-se então: que olhares constroem o cinema português? Em Cada Olhar, Um Forasteiro é o título ciclo

A programação da Seleção Nacional conta com a curadoria de Carlos Natálio, Joana Gusmão e Luísa Sequeira. Programa desenvolvido com o apoio da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema.

Dia 25 de março vamos exibir no âmbito no Batalha, centro de Cinema da programação “Seleção Nacional / Em Cada Olhar um Forasteiro” o filme “Terra Estrangeira” realizado por Walter Salles e por Daniela Thomas.

“Terra Estrangeira” realizado por Walter Salles e por Daniela Thomas.

Nas palavras de Walter Salles, “Terra Estrangeira aborda uma sensação de não pertença e de orfandade que os anos Fernando Collor de Mello realçaram. Esse exílio é ao mesmo tempo político, económico e existencial”. É nesta onda de angústia nacional que o brasileiro Paco atravessa um oceano para chegar a Portugal. Lá, encontra outros brasileiros que se sentem cada vez mais estrangeiros, entre eles, Alex (Fernanda Torres) e Miguel (Alexandre Borges).

Mais informações sobre a programação da Seleção Nacional: Em Cada Olhar, Um Forasteiro no site Batalha Centro de Cinema

Exibição do filme “O Que Podem as Palavras” no âmbito das comemorações do dia Internacional da Mulher em Almada.

Conversa com Luísa Sequeira e Manuela Tavares após exibição do filme “O Que Podem as Palavras”. Organizado pela UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, MDM – Movimento Democrático de Mulheres, AMPLOS – Associação de Mães e Pais.

A exibição e a conversa decorreu no dia 9 de março no âmbito das comemorações do dia Internacional da Mulher em Almada. Salão da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (SFIA)

Cine Amadora 2026

Programação e curadoria artística da 3ª edição do Cine Amadora – Mostra dedicada ao cinema dos países de língua portuguesa, integrando uma programação diversificada que inclui exibições, workshops e masterclasses, de acesso gratuito ao público. A edição contou com a participação de diversos artistas convidados, destacando-se a realização de um cineconcerto por Tó Trips e Helena Espvall, que musicaram ao vivo o filme “Os Faroleiros” (1922). Este ano o realizador homenageado foi o Basil da Cunha e a  Escola Superior de Teatro e Cinema.

Realizador Basil da Cunha com Luísa Sequeira

O encerramento do Cine Amadora foi marcado por um cine-concerto especial: Os Faroleiros (1922), acompanhado ao vivo por Tó Trips e pela violoncelista Helena Espvall.

Os Faroleiros” (1922) musicado ao vivo por Tó Trips e Helena Espvall

HerCinema de Luísa Sequeira

HERCINEMA
LUÍSA SEQUEIRA
Palestra/Performance @fotografialusofona
Nesta palestra performática, Luísa Sequeira apresenta HerCinema, uma proposta in media res que convoca imagens de arquivo reativadas para criar uma nova narrativa cinematográfica. Num gesto de resistência e memória, a artista convoca mulheres apagadas pela história dominante do cinema, devolvendo-lhes voz e presença.
HerCinema configura-se como um espaço de montagem, imaginação e criação, onde o female gaze desafia representações hegemónicas e reinscreve a mulher enquanto narradora, autora e produtora de sentido. Através da reconfiguração do arquivo, emergem novas perspetivas — poéticas, políticas e feministas.

HerCinema / Luísa Sequeira



Luísa Sequeira é artista, realizadora, curadora e investigadora independente. O seu trabalho, ancorado no arquivo e no cinema expandido, reativa narrativas feministas silenciadas e desafia estruturas hegemónicas de representação.
Juntamente com o artista Sama, é cofundadora da Oficina Imperfeita, um espaço dedicado a práticas anti-hegemónicas.
A sessão será conduzida por Ângela Ferreira e é promovida pela fotografia lusofona e pelo Mestrado em Fotografia, no âmbito da Unidade Curricular Seminários Interdisciplinares, conectando estudantes, artistas e investigadores num espaço de reflexão crítica sobre práticas artísticas contemporâneas

  • SAVE THE DATE + 17 de dezembro | 15h
    → Entrada livre Universidade Lusófona
HerCinema de Luísa Sequeira

Seleção Nacional, sob o mote “A Pedra Ainda Espera Dar Flor”

Seleção Nacional, sob o mote “A Pedra Ainda Espera Dar Flor” com curadoria de Carlos Natálio (professor e crítico de cinema), Joana Gusmão (produtora e programadora) e Luísa Sequeira (artista, cineasta e programadora), o programa inspira-se no título de um livro de Raul Brandão para refletir sobre a representação da infância, adolescência e entrada na idade adulta no cinema português.

Seleção Nacional, sob o mote “A Pedra Ainda Espera Dar Flor”

No novo capítulo de Seleção Nacional, sob o mote “A Pedra Ainda Espera Dar Flor” terminamos o ano, com   “Lavado em Lágrimas”, de Rosa Coutinho Cabral, apresentado no dia 10 de dezembro. O filme conta a história de Ana, órfã de mãe e negligenciada pelo pai, que enfrenta em silêncio um drama a solidão, até ao encontro com João, jornalista que tenta resgatá-la daquele destino.

A programação arrancou  a 10 de setembro com “A Cara Que Mereces”, a primeira longa-metragem de Miguel Gomes, que acompanha um homem em plena crise de meia-idade, reticente com a chegada à idade adulta.“Verão Danado”, de Pedro Cabeleira, um olhar sobre a intensidade e o desassossego de uma geração. Uma Rapariga no Verão”, de Vítor Gonçalves, retrato sensível do crescimento e das inquietações de uma juventude que ambiciona mais do que lhe é dado.

Sofia e a Educação Sexual”, a estreia de Eduardo Geada. Rodado em plena ditadura e proibido até ao 25 de Abril, o filme mostra o regresso de uma jovem a Cascais, onde se depara com uma sociedade burguesa marcada pela hipocrisia e decadência. Esta sessão contou com a presença de Eduardo Geada que conversou com Luísa Sequeira.

 “Os Mutantes”, de Teresa Villaverde, terceiro filme da realizadora, que acompanha três adolescentes lisboetas, sobreviventes de lares disfuncionais que encontram na amizade a comunidade possível.

Finissage ” Inventário do Fim do Mundo” de Sama e Luísa Sequeira

Finissage da exposição Inventário do Fim do Mundo de Sama & Luísa Sequeira.
Dia 29 de novembro às 17h, último dia para ver a exposição!
Performance às 18h30 com Bad Cinema, com Sama, Veredas e Luísa Sequeira

Bad Cinema, da esquerda para a direita, Sama, Luísa Sequeira e Veredas

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO é o título de uma exposição do duo de artistas, Sama & Luísa Sequeira, que ocupou a Galeria Porto ao Porto no decorrer de Novembro de 2025 na cidade do Porto em Portugal. A exposição teve a curadoria de Fabiano Fernandes e da Oficina Imperfeita. “Inventário do Fim do Mundo” é uma alegoria ao fim do mundo, nos parâmetros ocidentais que nós conhecíamos até então, pois, segundo os próprios artistas, sob a força dos recentes factos e eventos sócio-políticos-econômicos da história, chegamos a um ponto de ruptura irreversível. 

A miscelânea de linguagens e suportes das obras, mostram ao público as possibilidades e o poder crítico da Arte Contemporânea, quando aplicados por artistas engajados sobre as questões de seu tempo. Na exposição podemos contemplar desenhos, pinturas, objectos, instalações e vídeos, que ao longo dos anos vieram a construir um corpo de trabalho, tanto coletivo como individual, de obras artísticas que diferem-se nas questões formais, mas se encaixam na definição de anti-hegemônicas.

Nesta ocupação da Galeria Porto ao Porto, o público contemplou uma exposição que foi composta na sua maior parte, por trabalhos inéditos da dupla, Sama & Luísa Sequeira, onde encontramos referências ao Cinema B, à Política, às Distopias da Ficção Científica, BDs etc… Temas caros a ambos os artistas, que vão da observação crítica e poética da realidade quotidiana, como as emergências de Estados Policiais para qual rumamos, a perda de direitos sociais adquiridos, até os cenários de conflitos reais que estão a ocorrer como Palestina e Ucrânia, além dos latentes cenários de tensão na Venezuela e Taiwan. Há na exposição uma denúncia, e ao mesmo tempo, um convite à reflexão sobre o mal-estar geral deste primeiro quarto de século XXI no Norte Global. Parte das obras da exposição nos são apresentadas como uma releitura de referências à Cultura Pop, mas não num aspecto nostálgico, mas sim de uma forma mais ácida e demolidora, expondo os efeitos das tendências tecno-neoliberais, que aceleram o colapso ambiental e o declínio do modo de vida ocidental. Entretanto, há espaço para um vislumbre de esperança, numa reverência ao sagrado feminino e a nossa ancestralidade comum.

Luísa Sequeira é artista, realizadora, curadora e investigadora independente, com doutoramento em Artes dos Media.Transita em diferentes plataformas,  integrando colagem, práticas de arquivo e cinema expandido. Grande parte da sua investigação centra-se na reconstrução de narrativas feministas na arte e no cinema, recriando  uma constelação de imagens que desafiam o poder falocêntrico.

Realizou vários filmes e os seus trabalhos foram exibidos em diversas bienais nacionais e internacionais, bem como em cinematecas e festivais de cinema. O seu trabalho foi apresentado em instituições como o IFF Rotterdam, a Mostra de São Paulo, a Bienal de Kaunas, o Cinema Museum em Londres, a Cinemateca do MAM, e universidades como Oxford, Massachusetts Dartmouth, Nottingham, Leeds e Birmingham, onde foi recentemente keynote convidada, realizando uma palestra/performance.

Juntamente com o artista Sama, é cofundadora da Oficina Imperfeita, um espaço dedicado ao desenvolvimento e prática de arte anti-hegemónica.

Sama (Eduardo Felipe Dutra) é um artista brasileiro que vive e trabalha em Portugal. Integrou a geração 2000 da Escola de Artes Visuais do Parque Lage no Rio de Janeiro. Sua produção constitui um “Atlas”, que se desdobra por linguagens e dispositivos como: Desenho, Pintura, Escrita, Colagem, Performance, Objeto, Teatro, Arte Sonora, Comix e Cinema Experimental. Seu interesse é referente ao impacto da cultura de massas na poética contemporânea, mas a partir de um ponto de vista periférico e anticolonial. Sama integrou exposições individuais e coletivas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Lisboa, Porto, Beja, Londres, Mindelo e Viena. Participou em várias bienais, entre elas; a I e a II Bienal Internacional de Histórias em Quadrinhos do Rio de Janeiro, sob o nome “Eduardo Felipe”, e as: Bienal de Arte Contemporânea de Gaia e Bienal Internacional de Arte de Cerveira, sob o pseudônimo, “Sama”.

“Sofia e a Educação Sexual”, com a presença do realizador Eduardo Geada.

Hoje, no Batalha, centro de cinema no capítulo “A Pedra Ainda Espera Dar Flor” da Seleção Nacional exibiremos o filme “Sofia e a Educação Sexual”, com a presença do realizador Eduardo Geada.

“Sofia e a Educação Sexual”com a presença do realizador Eduardo Geada.

Estreia de Eduardo Geada, filmado em 1973 e proibido antes do 25 de Abril, o filme acompanha Sofia no regresso a casa após anos num colégio suíço. Em Cascais, confronta-se com o mundo burguês, marcado por hipocrisia e decadência.

“Esse primeiro filme, saturado de símbolos e de uma riqueza imensa de subtextos, afirmaria Eduardo Geada como um cineasta verdadeiramente iconoclasta, isto é, aquele que trabalha para destruir as imagens que dominam os imaginários do desejo, da afirmação do poder, dos papéis de género ou da insurreição política. Destruir imagens para que dos seus escombros se possam erguer outras, eis o propósito do cinema de Eduardo Geada. Naturalmente que um filme desta natureza: seria alvo da censura do Estado Novo.” Ricardo Vieira Lisboa in Eduardo Geada — O olhar do desejo, org. Ricardo Vieira Lisboa (Lisboa: Cinemateca Portuguesa, 2025)

Seleção Nacional: A Pedra ainda Espera Dar Flor

Com o intuito de pensar, valorizar e divulgar o património fílmico nacional, o Batalha comissaria um ciclo anual inteiramente dedicado ao cinema português e à sua história, com uma cadência quinzenal às quartas-feiras. Trata-se de um programa abrangente e organizado tematicamente, composto por obras fundamentais para revisitar e recontextualizar as matrizes do nosso cinema. A segunda edição deste programa, pensado por uma equipa convidada, propõe uma seleção de filmes que se debruçará sobre os diversos territórios e transgressões do cinema nacional de diferentes épocas.
Pedindo emprestado o título a um livro de Raúl Brandão, A Pedra ainda Espera Dar Flor, este terceiro capítulo destaca a representação portuguesa da infância, adolescência e início da idade adulta. Como mudam os dilemas e os problemas à medida que vamos adicionando anos e experiência à nossa vida? Como é que, apesar destes obstáculos, persistimos, enraizados na vida?
Neste programa que reúne, entre outros, filmes de Miguel Gomes, Cristèle Alves Meira, Pedro Costa ou Teresa Villaverde, o cinema filma a perda de entes queridos, reorganização e pressão familiares, descoberta sexual, procura da independência e diversão sem freio! Curiosamente, este capítulo revela ainda, em vários casos, os primeiros passos dos cineastas, como quem assiste às “dores” e descobertas do seu crescimento artístico.

Curadoria de Carlos Natálio (professor e crítico de cinema), Joana Gusmão (produtora e programadora) e Luísa Sequeira (cineasta e programadora)

Programa desenvolvido com o apoio da Cinemateca Portuguesa — Museu do Cinema

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO exposição do duo de artistas Sama & Luísa Sequeira,

Fazendo referência à célebre frase de Adorno, que, ao término da Segunda Guerra Mundial, questionou: “É possível a poesia após Auschwitz?” Lançamos a nossa questão: “Ainda é possível fazer arte enquanto há um genocídio em curso na Palestina, transmitido em tempo real?”

Sama e Luísa Sequeira

Inauguração: 8 novembro das 17h00 às 20h00
Curadoria e Produção: Fabiano Fernandes & Oficina Imperfeita
Local: Galeria Porto ao Porto — Rua Duque de Saldanha, 64, Bonfim
Datas: 8, 15, 22 e 29 de novembro — das 17h00 às 20h00

Na nova exposição do duo de artistas Sama & Luísa Sequeira, fundadores da Oficina Imperfeita, o título surge já como uma provocação: “Inventário do Fim do Mundo”.
Uma alegoria ao mundo tal como o conhecíamos até então, pois, segundo os artistas, sob o peso dos factos e dos acontecimentos recentes da história, chegámos a um ponto de ruptura irreversível.A miscelânea de linguagens e suportes presentes nas obras pode surpreender os menos familiarizados com o poder da arte contemporânea — sobretudo quando exploradas por artistas engajados com as questões do seu tempo.

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO é a nova exposição do duo de artistas Sama & Luísa Sequeira, fundadores da Oficina Imperfeita, já temos no título uma provocação. “Inventário do Fim do Mundo”, uma alegoria ao mundo que nós conhecíamos até então, pois, segundo os próprios artistas, sob a força dos factos e dos recentes eventos da história, chegamos a um ponto de ruptura irreversível. 

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO de Sama e Luísa Sequeira / Oficina imperfeita

A miscelânea de linguagens e suportes das obras, podem confundir os menos versados sobre as possibilidades do poder da Arte Contemporânea, quando aplicados por artistas engajados sobre as questões de seu tempo. Na exposição podemos contemplar desenhos, pinturas, objectos, instalações e vídeos, que ao longo dos anos vieram a construir um corpo de trabalho, tanto coletivo como individual, de obras artísticas que diferem-se nas questões formais, mas se encaixam na definição de anti-hegemônicas.

Nesta ocupação da Galeria (@_portoaoporto), composta na sua maior parte, por trabalhos inéditos da dupla, encontramos referências ao Cinema B, à Política, às Distopias da Ficção Científica, BDs etc… Temas caros a ambos os artistas, que vão da observação crítica e poética da realidade cotidiana, como as emergências de Estados Policiais para qual rumamos, até uma releitura às referências da Cultura Pop, mas não num aspecto nostálgico, mas de uma forma mais ácida e demolidora.

Sama é um artista brasileiro que vive e trabalha em Portugal. Sua produção constitui um “Atlas”, que se desdobra por linguagens e dispositivos como: Desenho, Pintura, Escrita, Colagem, Performance, Objeto, Teatro, Arte Sonora, Comix e Cinema Experimental. Seu interesse é referente ao impacto da cultura de massas na poética contemporânea, mas a partir de um ponto de vista periférico e anticolonial. Sama integrou exposições individuais e coletivas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Lisboa, Porto, Beja, Londres, Mindelo e Viena. Participou em várias bienais, entre elas;   Bienal de Cuba, Bienal de Arte de Cerveira, Bienal de Gaia.

Luísa Sequeira é realizadora, artista visual e curadora de cinema. Com doutoramento em Arte dos Media, transita em diferentes plataformas, explorando as fronteiras entre o digital e o analógico  combinando colagem, arquivo e cinema expandido na sua prática artística.Luísa já exibiu o seu trabalho em diferentes espaços, entre eles;  Bienal de Kaunas, Masc Foundation em Viena, Mostra de São Paulo, IFF Roterdão, DocLisboa, Cinema Museum em Londres, Cinemateca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, New Bedford Whaling Museum, University of Oxford, Museu da Imagem e do Som do Ceará,  Bienal de Arte de Cerveira e o Centro Audiovisual Simone de Beauvoir.

Juntos são os fundadores da oficina imperfeita, um espaço dedicado ao cinema e à arte contemporânea na cidade do Porto.

Curadoria e produção: Fabiano Fernandes & Oficina Imperfeita

Transgressão e Memória: Um Ensaio Dialético entre Bárbara Virgínia e Jean Vigo 

Apresentação do trabalho “Transgressão e Memória: Um Ensaio Dialético entre Bárbara Virgínia e Jean Vigo” acompanhado pelo vídeo ensaio Discursos Transgressivos( 2019) de Luísa Sequeira na primeira edição da Cine Bárbaras – Conferência Internacional de Cinema e Audiovisual.

Transgressão e Memória: Um Ensaio Dialético entre Bárbara Virgínia e Jean Vigo” acompanhado pelo vídeo ensaio Discursos Transgressivos( 2019) de Luísa Sequeira.

Cine Bárbaras – Conferência Internacional de Cinema e Audiovisual, A conferência realizou a sua primeira edição nos dias 23 e 24 de outubro de 2025, na Universidade Lusófona – Centro Universitário do Porto, numa organização conjunta da XX Element Project – Associação Cultural e do Porto Femme – Festival Internacional de Cinema.

Transgression and Memory: A Dialectical Essay between Bárbara Virgínia and Jean Vigo

This communication examines a dialectical encounter between Aldeia dos Rapazes (1946) by Bárbara Virgínia and Zéro de Conduite (1933) by Jean Vigo, articulated through the methodological and artistic practice of the video essay. The analysis builds upon Discursos Transgressivos (2019) by Luísa Sequeira, a split-screen visual essay where both films are juxtaposed to reveal intersections and resonances often obscured by conventional film historiography.